GPS de carro que transportou Amarildo estava desligado, diz Polícia Civil

Agência Brasil
02/08/2013 às 10:49.
Atualizado em 20/11/2021 às 20:36

RIO DE JANEIRO – O carro da Polícia Militar que levou o ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, de 47 anos, à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, zona sul da cidade, em 14 de julho, não estava sendo monitorado porque o GPS (Sistema de Posicionamento Global) estava desligado. A informação foi divulgada pela Polícia Civil. Amarildo está desaparecido desde que foi levado à sede da UPP.

A investigação do caso está sendo feita pela Divisão de Homicídios (DH), que é a unidade responsável pela investigação dos assassinatos ocorridos no estado. Ontem (1º), o Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense da Academia de Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que o sangue encontrado na viatura da UPP da Rocinha, não era de Amarildo.

As investigações da Polícia Civil já apontaram que as câmeras que monitoram a movimentação na entrada e na saída da sede da UPP da Rocinha quebraram no dia em que o ajudante de pedreiro foi levado até lá.

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