O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados se reúne nesta terça-feira (8) para discutir o processo que pode acabar com a cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A votação ocorre no mesmo horário da escolha dos integrantes da comissão que debate o impeachment da presidente Dilma Rousseff, no plenário.

O presidente Casa, negou que o adiamento da eleição dos integrantes da comissão especial do impeachment da presidente Dilma Rousseff seja uma manobra para inviabilizar a sessão do Conselho de Ética.

A primeira deputada que marcou presença foi a suplente Eliziane Gama (Rede-MA). A "tropa de choque" de Cunha também chegou cedo: os suplentes Manoel Júnior (PMDB-PB) e João Carlos Bacelar (PR-BA) registraram logo suas presenças.

Até o momento, 13 parlamentares se inscreveram para discursar na sessão. Assim, pelo menos duas horas da reunião serão dedicadas às declarações de membros do colegiado e líderes partidários. Com isso, a votação deve ficar para amanhã, 9, mas o presidente do colegiado, José Carlos Araújo (PSD-BA), ainda não conseguiu um plenário para a sessão desta quarta-feira.

Como membros do colegiado, já se escreveram Zé Geraldo (PT-PA), Cacá Leão (PP-BA), Carlos Marun (PMDB-MS), Paulo Pereira da Silva (SD-SP), Rossoni (PSDB -PR) e Valmir Prascidelli (PT-SP). Eles poderão falar por 10 minutos.

Entre os não membros, estão inscritos para falar os deputados Hugo Motta (PMDB-PB), André Fufuca (PEN-MA) e Ivan Valente (PSOL-SP), que devem discursar por cinco minutos. Também estão inscritos líderes, que devem ter 15 minutos cada para se manifestar nas comissões, como Jovair Arantes (PTB-GO), André Moura (PSC-SE), João Carlos Bacelar (PR-BA) e Rubens Bueno (PPS-PR).

 

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