Com um plano de expansão ousado para os próximos três anos, a Emccamp planeja lançar cerca de 10 mil unidades habitacionais em 2017. Com faturamento anual entre R$ 300 e R$ 500 milhões, nos últimos anos, a expectativa é que em 2018 esse valor seja de R$ 700 milhões, chegando a casa de R$ 1 bilhão em 2019. Para isso, a empresa aposta no desenvolvimento de novas tecnologias no mercado da construção civil, além de ampliar a participação em outras faixas do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

Com sede em Belo Horizonte, a empresa é especializada na construção de unidades residenciais econômicas. A grande atuação da Emccamp sempre foi na construção de unidades da faixa 1 do MCMV, em que a negociação é feita diretamente com as prefeituras. Nos últimos anos, em um processo de modernização e para se sobressair em meio à crise econômica, a marca expandiu sua atuação nas demais faixas do programa do governo federal. “Contamos com um departamento de inovação e engenharia, que busca o que há de mais moderno no mundo e que pode ser trazido para o Brasil por causa da legislação. Nosso sistema de formas de alumínio para fabricação de paredes em concreto armado foi trazido do Canadá e aperfeiçoado nesse departamento”, explicou André Campos, presidente da Emccamp. Ele também explica que com esse processo é possível erguer um prédio até 30% mais rápido que o método tradicional.

Além disso, para os próximos empreendimentos, a empresa usará um novo sistema de acabamento nos banheiros e contará com acabamento de vinil nos pisos dos apartamentos, que têm tamanho entre 45 e 65 m², com dois ou três quartos. “As economias geradas em todo o processo de construção, com alternativas sustentáveis, são revertidas para o clientes, que podem contar com unidades mais bem acabadas”, afirmou Campos.

Previsão de fturamento da empresa para 2019 é 1 bilhão de reais

A empresa atua em 16 cidades das regiões metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. A intenção para os próximos anos é aumentar o número de construções nesses municípios. “As regiões metropolitanas do Sudeste têm um maior déficit habitacional. Assim, queremos manter a marca no Sudeste porque acreditamos que conseguimos otimizar a produção quando os empreendimentos estão próximos. Quanto mais longe construímos, maiores são os custos operacionais”, explica Campos.

Para celebrar quatro décadas de atuação, a empresa revitalizou a marca e mudou a identidade visual. “A intenção era dar uma cara nova a todo esse processo de expansão”, finalizou.