Modelos de negócio virtuais ganham cada vez mais espaço nas propostas de franchising

André Santos
andre.vieira@hojeemdia.com.br
16/06/2021 às 19:33.
Atualizado em 05/12/2021 às 05:11
 (Maurício Vieira)

(Maurício Vieira)

A chegada da pandemia e o aumento significativo dos negócios por meio da Internet fizeram com que o mercado de franchising também criasse mais modelos voltados ao e-commerce. Foi o caso da Orgânica Body & SPA, especializada em acessórios para banho e cosméticos veganos. 

Criada em 2019, a marca esperava chegar a 2020 com franquias em todo o país. Com a pandemia, contudo, viu alguns franqueados sofrendo com quiosques em shoppings fechados. Decidiu, então, reformatar-se, o que a levou aca atrair mais clientes e chegar a 17 franqueados. “Criamos um modelo on-line em que o franqueado atua com uma loja virtual, promovendo as vendas dos produtos da rede. O franqueado não precisa de estoque já que a empresa fica responsável por entregar os pedidos nas casas dos clientes”, destaca João Galhardi, CEO da marca.

Brinquedos

Para dar continuidade aos empreendimentos, muitos franqueados se renderam mesmo ao “e-commerce” como forma de driblar dificuldades ocasionadas pelos sucessivos fechamentos das atividades comerciais. Renata Ramos, dona de uma franquia de brinquedos em um shopping de Belo Horizonte, fez isso e se deu bem. 

Sem poder abrir a loja, ela viu nas redes sociais a saída para continuar com as vendas. “Fortalecemos as nossas atuações nas redes sociais e conseguimos implementar o serviço de delivery atendendo novos clientes que ganhamos na internet”, explica a empresária, que deixou a enfermagem para seguir no franchansing ainda em 2019.
 

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