O PIX, novo e mais ágil sistema eletrônico de pagamentos desenvolvido pelo Banco Central, completou três meses nessa terça-feira (16) com forte preponderância sobre as demais modalidades de transferência de recursos no país.  Ao menos em número de operações: foram mais de 236 milhões,  desde o início de 2021, ante 53,2 milhões feitas por meio de TED.

Em termos de valores transferidos, no entanto, o PIX ainda perde de lavada para o TED: o último foi responsável pela movimentação de R$ 2,7 trilhões, neste ano, dez vezes a mais do que o montande transferido pelo novo sistema. 

Os motivos? Um deles é que boa parte dos empresários, cujas organizações dariam muito mais volume ao PIX, têm dúvidas sobre a cobrança de taxas e acabam mantendo as operações como eram antes. O editor de política e economia do Hoje em Dia/Portal HD, EValdo Magalhães, comenta o assunto e fala, também, sobre sistemas que planejam concorrer com o PIX, como o Whatsapp.