Já é comum entre os belo-horizontinos fazer pedidos a restaurantes e bares por meio de aplicativos de entregas. Porém, o Rappi – que chegou à capital em abril de 2018 – empenha-se em expandir os nichos de ofertas via plataforma, fazendo uma ponte entre farmácias, supermercados, lojas de conveniência e de bebidas, além de outros estabelecimentos, e o consumidor final.

De acordo com o gerente da corporação em Belo Horizonte, Diogo Cordeiro, a aceitação do serviço na cidade foi “excelente”. Para ele, o fato de as pessoas estarem habituadas aos apps de delivery contribuiu para a receptividade do público que, até hoje, dá preferência aos restaurantes. Porém, a grande inovação do serviço é oferecer oportunidades de compras ao longo do dia, inclusive com opções para café da manhã e lanche da tarde, contando com uma cartela diversificada de estabelecimentos.

O executivo passou por grandes empresas, como Cabify, antes de integrar o quadro de colaboradores da Rappi. Em outubro do último ano, chegou a BH para tornar-se o responsável pela atuação da companhia na capital mineira.

“Qualquer coisa”

A plataforma disponibiliza um botão para pedir “qualquer coisa”. Por meio dele, é possível até mesmo solicitar entregas de unidades que ainda não fazem parte da lista de negócios da Rappi, bem como requisitar ao entregador que vá ao shopping buscar um presente de última hora, por exemplo. 
Nesse fim de ano, a opção fez sucesso, registrando pedidos que iam de calçados a cestas de Natal, passando por itens inusitados, como uma fotografia.

Para 2019, os planos da Rappi são expandir as regiões atendidas em BH, abrangendo Barreiro, Pampulha, Venda Nova e as regionais Norte e Nordeste. Na região metropolitana, também há previsão de assistência em Contagem, Betim e Santa Luzia, localidades com “bom potencial” segundo Diogo.

SERVIÇO
Rappi
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