Uma das principais integrantes do Dia Livre de Impostos (DLI) na capital, a Drogaria Araújo registra aumento considerável nas vendas desde o dia 25, quando as promoções começaram – a ação deve ser estendida até segunda (31). 

Conforme o gestor de Canal da empresa, Wallisson Nevis, consumidores que sabem das reduções de preço e os que não sabem, mas as descobrem nas lojas, acabam adquirindo muito mais produtos que o habitual. Isso compensaria, em certa medida, o não repasse aos preços dos tributos recolhidos pela drogaria.

“As pessoas encontram uma série de itens com grandes descontos e levam mais do que pretendiam porque vale a pena. De produtos de higiene 34% mais baratos, passando por hidratantes com 47% de diminuição e medicamentos com 34% de corte, chegando à linha pet, na qual há mercadorias com 32% de abatimento”, explica.

A comerciante Edriane Abreu, de 48 anos, foi a uma Araújo do bairro Padre Eustáquio, Noroeste da cidade, ontem, e se esbaldou com o DLI. Só em medicamentos para a mãe, que é aposentada, ela disse ter economizado “de R$ 700 a R$ 800, ou 40% do que custariam normalmente”. Fora pechinchas em comésticos, enxaguante bucal e álcool em gel.

“A gente fica assustada nem é tanto com a alta carga tributária. É mais com o mau uso dos recursos. Eu digo que, se os tributos fossem bem utilizados, ficaria muito feliz ao contribuir, até porque economizaria em contas como a do plano de saúde e a da educação particular das crianças”, ressalta ela.

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