O brasileiro está cada vez mais conectado, e não há negócio que sobreviva sem investimento em Tecnologia da Informação (TI), mesmo os menores, que muitas vezes enfrentam dificuldades para investir em infraestrutura. De acordo com o último balanço publicado pelo Centro de Tecnologia Aplicada da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), relativo a 2012, o gasto médio anual das empresas com TI correspondia a 7,2% e a expectativa é de que em 2017 chegue a 8%.
 
Segundo o estudo, em 1998 as vendas de computadores somaram 400 mil unidades. Entre maio de 2013 e maio de 2014 foram comercializados 22,6 milhões de PCs e a expectativa é de que a base instalada atinja o patamar de 200 milhões de unidades em funcionamento em 2016, chegando à média de um computador por habitante.
 
Até 2020, a previsão é que 300 milhões de unidades estejam em funcionamento. E num cenário em que computadores são cada vez mais presentes, a necessidade de investimento em soluções de armazenamento de informações são fundamentais. Mas quanto investir?
 
Bom, não há uma resposta generalista, mas especialistas são categóricos em afirmar que é possível mitigar custos com usos de soluções on-line, como explica o desenvolvedor de Novos Negócios em Nuvem em Minas Gerais da IBM, Mauro Holtz. “Soluções em nuvem reduzem gastos com estruturas físicas. Uma empresa de médio porte gastaria entre R$ 100 mil e R$ 2 milhões para construir um data center. São gastos com nobreaks, racks, servidores, rede, licenças para sistemas operacionais, pessoal e até mesmo um sistema de refrigeração para manter as máquinas resfriadas. Hoje, é possível ter os mesmos recursos de uma estrutura desse porte em nuvem ao custo mensal de R$ 5 mil”, explica Holtz.
 
Segundo Holtz, o serviço Soft Layer da IBM permite migrar todas as rotinas da empresa para um ambiente em nuvem de acordo com as necessidades de cada negócio. “Oferecemos um servidor a partir de US$ 29 (R$ 68) e armazenamento a US$ 0,10 por GB. Ou seja uma nuvem de 1 TB terá um custo mensal de US$ 100 (R$ 235), que é muito mais barato do que investir numa estrutura física e com a facilidade do acesso remoto”, observa.