O mercado de supercarros anda aquecido e a Ferrari não quer ficar de fora. A marca do Cavallino Rampante leva para Frankfurt dois conversíveis para ofuscar o brilho de modelos como Lamborghini Sian e Porsche Taycan, que exibiram toda a cavalaria eletrificada. Sem querer entrar no mérito da propulsão verde, a casa de Maranello apresenta a F8 Spider e a 812 GTS, que mostram que vida é bem mais divertida com cabelos ao vento.

A primeira é a derivação natural do F8 Tributo, que foi lançado no início do ano, como sucessora da 488 GTB. O modelo segue o mesmo padrão dos demais conversíveis com V8 montados atrás da cabine. Ele utiliza os mesmos “ombros” que atuam como santo-antônio, adotados desde a 458 Spider, de 2013. 

O conjunto mecânico é o mesmo do Tributo, com V8 turbo 3.9 de 720 cv e 77 mkgf de torque. Números que permitem ao conversível acelerar de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos e atingir a velocidade máxima de 340 km/h.

GTS

Ferrari 812 GTS


Entre os modelos V12 dianteiros, são raros os conversíveis. Geralmente aparecem em edições especiais com poucas unidades, como F60 América (F12 Berlinetta), P540 Superfast Aperta (599 GTB Fiorano), além da dupla Barchetta Pininfarina (550 Maranello) e Super America (575 Maranello).

Agora é a vez da 812 Superfast ganhar a variação aberta, batizada de GTS. Ao contrário das antecessoras, essa Ferrari será uma versão de série, com motor V12 6.5 (aspirado) de 800 cv e 71 mkgf, que permitem que ela acelere de 0 a 100 km/h em 3,0 segundos e máxima de 340 km/h. 

A sigla GTS por muitos anos denominou as versões com teto Targa (conversível parcial, mantendo janelas e colunas). O último modelo a utilizar a sigla foi a 355. 

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