No seleto mercado de carros exóticos, nenhuma ideia aparentemente absurda deve ser descartada. Sempre haverá alguém que topará pagar por ela, ainda mais se a tiragem for baixa, o preço, nababesco e o desempenho, quase pornográfico. Na linha do Porsche 911, o GT2 RS reina absoluto. A versão mais potente da história do icônico esportivo alemão extrai 700 cv do motor seis cilindros boxer 3.8. 

Ele cravou 6m47s em Nurburgring (Nordshleife), em setembro de 2017. Ou seja, um carro de corridas homologado para uso nas pistas. Mas a Porsche pensou em ir além e apresentou o GT2 RS Clubsport. A edição com 200 unidades acentuou os requisitos de performance, removeu banco do passageiro, quadro de instrumentos e aplicou instrumentação de corrida. No entanto, ele só poderá andar em pista fechada. 

Elétrico e furioso
O Nissan Leaf foi a sensação da marca japonesa do Salão do Automóvel de São Paulo e chegará ao mercado nos próximos meses por R$ 170 mil. Simpático, o desenho não nega a essência elétrica. Mas a Nissan quer mostrar que o modelo verde também é capaz de estimular fortes emoções. O Leaf Nismo RC é uma proposta de como seria o modelo para corridas. Construído em uma estrutura de fibra de carbono, tem dois motores que geram 400 cv. Ele irá disputar campeonato multimarca de elétricos.

20 anos do TT
E lá se vão 20 anos desde que a Audi resolveu entrar no segmento de roadsters (conversíveis de dois lugares), que renasceu nos anos 1990, com o TT. O esportivo compacto foi o primeiro a ser oferecido com carroceria aberta (roadster) e também com opção fechada (cupê). Para celebrar a efeméride, a fabricante apresentou a série 20 Years Edition, com apenas 999, na versão aberta. Um dos destaques é o acabamento em couro marrom que remete ao estilo da primeira geração, inspirado nas costuras das luvas de beisebol.

Big data na van
Numa era em que o armazenamento de dados se tornou um bem precioso, a Ford resolveu alimentar um grande banco de informações sobre trânsito no estudo Ford Smart Mobility, realizado em Londres. O programa contou com 160 vans que foram conectadas para registrar o comportamento de motoristas e veículos. Ao todo foram rodados 1 milhão de quilômetros e 500 milhões de apontamentos, que formaram um banco de dados que pode ajudar a melhorar o tráfego na cidade.