Depois de um ano de mercado, a Mitsubishi decidiu nacionalizar ao SUV cupê Eclipse Cross, que passa a ser fabricado em Catalão (GO). A manobra visa tornar o jipinho mais competitivo, uma vez que as duas opções importadas eram caras, o que afastava o consumidor. 

Para se ter uma ideia, de janeiro a novembro, foram licenciadas apenas 2.157 unidades, o que coloca o modelo na 31ª posição num ranking de 40 modelos segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

As versões GLS (R$ 130 mil) e HPE (R$ 145 mil) colocam o modelo em condições para disputar terreno onde figuram as versões mais sofisticadas de compactos como Renegade, HR-V e T-Cross, assim como opções de entrada de Tiguan Allspace, Compass e Equinox.

Sob o capô, ele mantém a unidade 1.5 turbo de 165 cv e 25,5 mkgf de torque, combinada com caixa do tipo CVT, com emulação de oito marchas. Ao contrário das versões antigas (que seguem linha), a tração é apenas dianteira. As demais contam com sistema integral.
 

Sob o capô, ele mantém a unidade 1.5 turbo de 165 cv e 25,5 mkgf de torque


O pacote inicial de conteúdos da GLS inclui direção elétrico, ar-condicionado digital, multimídia (com câmera de ré, Apple CarPlay e Android Auto), sensor de chuva e acendimento automático dos faróis, luz diurna em LED e sete airbags. 

A versão HPE conta com bancos em couro, aquecimento e ajuste elétrico do assento do motorista, ar-condicionado de duas zonas, freio de estacionamento elétrico, trocas de marcha no volante, partida sem chave e projeção de dados de condução no para-brisas.