Os executivos da FCA sempre se gabam do bom desempenho do Jeep Renegade no mercado brasileiro, que em menos de dois anos já acumula mais de 80 mil unidades vendidas. Pode parecer pouco quando se compara com os números de vendas de modelos populares, mas para um SUV que parte de R$ 73 mil é uma performance respeitável. No entanto, o modelo sofria com lacuna de preços entre as versões flex e turbodiesel, que é de R$ 25 mil. Daí surgiu o Renegade Limited para ocupar hiato entre os dois motores, apresentado no Salão do Automóvel e lançado comercialmente esta semana.

O sobrenome que remete imediatamente à veterana Grand Cherokee apresenta-se como opção mais refinada para quem opta por motorização flexível, e chega por R$ 97.990. São R$ 7 mil a mais que o cobrado pela versão Longitude (bicombustível). E o que faz dele quase 10% mais caro que a versão abaixo?

O Renegade Limited tem como diferencial a inclusão da cesta de opcionais da Longitude como itens de série. Assim, a versão conta com bancos revestidos em couro, quadro de instrumentos com tela de TFT para as funções do computador de bordo e sistema de partida sem chave. Seus únicos opcionais se resumem ao teto solar panorâmico e também ao sistema de entretenimento com tela de 6,5 polegadas.

Maquiagem 
Desde o lançamento, o Renegade apresenta elementos exclusivos para cada versão. No caso da Limited, o utilitário-esportivo (SUV) passa a contar com grade, contorno dos faróis de neblina, retrovisores e rack de teto em tom cinza claro.

Outra novidade que chega junto com a nova versão e que se estende às demais é a adoção da versão Evo do motor 1.8 16v, que eleva a potência de 132 cv para 139 cv, que prometem um pouco mais de vigor ao jipinho. Por outro lado, o torque praticamente é o mesmo, com 19,3 mkgf, ante 19,1 da versão anterior do motor.