GUARUJÁ (SP) – Há cerca de três semanas, a Jeep lançou mundialmente a segunda geração do Compass, fabricado em Goiana (PE). Na ocasião, preços e atributos do modelo foram revelados e o leitor pode conferir na edição de 1º de outubro. No entanto, apenas a versão equipada com motor turbodiesel foi revelada e na última semana a marca lançou oficialmente as versões equipadas com o novíssimo motor Tigershark 2.0 de 166 cv.

As versões equipadas com a unidade bicombustível serão responsáveis por cerca de 70% das vendas do SUV no mercado brasileiro, em que são estimadas 2.500 unidades mensais.

Ao contrário das opções com motor diesel, o Compass é um modelo indicado para o consumidor que fará uso do carro na cidade, tanto que dispensa a tração nas quatro rodas e tem calibragem do conjunto suspensão mais adequada para o uso rodoviário. Ou seja, não invente de chafurdar na lama, pois vai atolar igual ao Renegade flex.

Outra diferença técnica do Jeep é que a transmissão automática de nove marchas deu lugar a uma caixa mais simples, com seis velocidades. A simplificação no conjunto mecânico se traduz na etiqueta do Compass Flex. 
A versão inicial (Sport) parte de R$ 99.990, enquanto a intermediária (Longitude) custa R$ 106.990 e topo de linha para a motorização (Limited) parte de R$ 124.990. 

Entre os conteúdos disponíveis, o Compass (Tigershark) pode ser equipado com ar-condicionado digital de duas zonas, sistema multimídia com monitor de 8,4 polegadas (com navegador GPS e câmera de ré), bancos revestidos em couro, além de contar com direção elétrica, controle de estabilidade (ESP), freio de estacionamento eletrônico, partida sem chave, dentre outros itens para rivalizar no segmento intermediário de SUVs, onde concorrem Hyundai ix35, Kia Sportage e Mitsubishi ASX.