A Land Rover construiu fama no lombo do valente Series I, que ficou em linha de 1948 a 1985. Depois veio o Defender, na mesma toada. Mas em 1969 a marca britânica já sabia que precisava associar sofisticação à robustez. Foi assim que surgiu o Range Rover, que se tornou a expressão máxima da marca britânica.

Mas ainda sim, o grandalhão era visto como um bicho-do-mato por clientes que buscavam ainda mais sofisticação e estilo. E para atender esse perfil que buscava um SUV que não tivesse o estilo de quem fosse praticar o Camel Trophy, eis que nasceu o Range Rover Velar, em 2017.

Agora a marca inglesa acaba de anunciar o lançamento do Velar equipado com motor diesel e sistema híbrido leve (MHEV). Com preços que partem de R$ 520 mil, o Velar com motor P340 chega para ampliar o portfólio do jipão de luxo britânico. Ou seja, tem cara de jipe de rico por fora, luxo ao extremo por dentro, mas com conjunto mecânico que lhe permite atravessar a Transamazônica num dia de chuva.

Com foco na eficiência, a unidade 3.0 conta com módulo elétrico de 48V que assume funções de arranque, alternador e auxilia o motor para reduzir emissões. Mesmo assim o turbodiesel entrega 340 cv e 48,9 mkgf. 

O conjunto mecânico é complementado pela transmissão automática de oito marchas e sistema de tração integral. O jipão acelera de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos e atinge máxima de 240 km/h.

São números que fazem desse jipão um carro cascudo e capaz de encarar desafios pesados, mesmo que seu visual sofisticado e padrão de acabamento “não recomendem” o proprietário. Mas se precisar encarar uma bronca, o SUV dá conta, podendo passar por áreas alagadas com até 58 cm de profundidade.

Oferecido nas versões R-Dynamic SE (R$ 520.050) e R-Dynamic HSE (R$ 565.350), o Velar conta com lista farta de conteúdos, com assistentes de condução, acabamento impecável. 

E para reforçar sua praticidade para aventuras, o jipão é equipado com tapetes de borracha para o porta-malas, capa para os bancos, suporte de iPad e, para as longas viagens, uma mini geladeira que se converte em apoio de braço no banco traseiro.