A Mini acaba de confirmar a importação do Cooper SE, versão elétrica do simpático compacto britânico. De acordo com a marca, o modelo desembarca por aqui até o fim de junho.

O Cooper SE será oferecido na clássica carroceria duas portas e não fica devendo em nada para a versão a combustão no quesito estética. O carrinho mantém visual esportivo, acentuado pela tomada de ar no capô (que nesse caso é apenas decorativo), assim como faixas, teto pintado em tonalidade diferente da carroceria, além de rodas com desenho exclusivo que identificam a versão eletrificada.

Sob o capô, ele abre mão das unidades 1.5 ou 2.0 e recebe um módulo elétrico que entrega nada menos de 184 cv e 27 mkgf de torque. Para se ter uma ideia, trata-se de praticamente a mesma potência do Cooper S. No entanto, a oferta de torque é imediata.

A marca não revela a velocidade máxima do modelo, mas sua aceleração de 0 a 100 km/h é de apenas 7,3 segundos.

Na bateria 

Para fazer o Cooper SE andar, foi instalado um conjunto de baterias de íon de lítio de 32,6 kWh que entregam autonomia de 234 quilômetros. E para provar que o carrinho é uma boa pedida, a marca afirma que o custo para carregar as baterias fica em torno de R$ 30. 

Ou seja, o custo do quilômetro rodado seria de apenas R$ 0,12. Só a título de comparação, o consumo declarado do Cooper S, com motor a combustão, é de 11,3 km/l de gasolina, na cidade. Dessa forma seriam necessários 20,7 litros do derivado do petróleo para rodar a mesma distância. Com o preço médio do litro da gasolina a R$ 4,50, seriam gastos R$ 93,18 para rodar a mesma quilometragem do elétrico.

“O aumento de veículos eletrificados é uma tendência global, e agora com o estilo e exclusividade MINI no Brasil. Seremos o único modelo elétrico compacto do mercado premium nacional”, afirma Rodrigo Novello, Diretor de Vendas e Marketing da MINI no Brasil. “MINI é uma marca para os clientes que buscam mais personalidade e estilo sem abrir mão do design, tecnologia e esportividade e este modelo reforça nosso avanço na eletrificação da marca”, reforça o executivo.

Agora resta saber quanto o carrinho vai custar. Afinal, não custa nada ser baratinho para recarregar se o preço final for nas alturas.