O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) vai gastar R$ 4,725 milhões na aquisição de aparelhos eletrônicos. Para abastecer as promotorias, serão comprados 1.000 notebooks, mediante investimento de R$ 4,132 milhões, uma média de R$ 4,132 mil por equipamento. 

Além dos notebooks, serão adquiridos 1.000 gravadores de CD/DVD, mediante aporte de R$ 99 mil com outra empresa de informática da capital. Também serão comprados 1.000 monitores de vídeo para computador que custarão aos cofres do Estado R$ 461,5 mil, além de 1.000 suportes ergonômicos para apoio de notebooks.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público, a tomada de preços autoriza a compra dos equipamentos com as empresas que venceram o certame, mas não garante a aquisição. “A tomada de preços funciona como uma cota de compras para os órgãos. Ela não, necessariamente, é executada integralmente. Essa ata já foi executada em parte, com o orçamento de 2018”, diz a nota.

A compra é necessária, conforme justifica o MP, porque os computadores utilizados pelos servidores estão defasados. De acordo com o órgão, os aparelhos possuem mais de 10 anos de uso e a maioria está sucateada ou é incompatível com os sistemas, além de apresentarem risco de segurança devido ao atraso tecnológico. 

“A Procuradoria-Geral de Justiça de Minas Gerais possui um parque de notebooks bastante defasado e obsoleto. Como acontece com a maioria das tecnologias, os computadores portáteis (notebooks) sofrem um processo de depreciação natural que, associado ao avanço das tecnologias, imprime aos gestores a tomada de medidas que garantam a continuidade das informações de forma profícua”, diz o documento.