França enfrentou, mas não acabou com as ameaças, diz Hollande

AFP
09/01/2015 às 17:21.
Atualizado em 18/11/2021 às 05:37
 (Thanassis Stavrakis)

(Thanassis Stavrakis)

O presidente francês, François Hollande, afirmou nesta sexta-feira, ao fim de uma dupla operação policial que acabou com as tomadas de reféns por supostos jihadistas, que a França enfrentou, mas ainda não acabou com as ameaças do extremismo.   "A França, apesar de ser consciente de ter enfrentado, apesar de dispor de forças de segurança integradas por homens e mulheres capazes de coragem e bravura, não terminou com as ameaças de que é alvo. Faço um apelo à vigilância, à unidade e à mobilização", disse Hollande, em homenagem à TV.   O presidente denominou de "ato antissemita horroroso" a sangrenta tomada de reféns em Paris em um mercado de produtos judaicos no leste de Paris, que deixou quatro mortos. "Temos que demonstrar nossa determinação de lutar contra tudo o que possa nos dividir e em primeiro lugar, ser implacáveis com relação ao racismo e o antissemitismo", acrescentou Hollande.   Em entrevista à televisão francesa, o primeiro-ministro Manuel Valls afirmou que a França enfrenta "um desafio terrorista sem precedentes" e advertiu que "ainda pode ser alvo de ataques".

Atualizada às 20h06    

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