Assim como a economia brasileira, que vem sofrendo retrocessos, a presidente Dilma Rousseff também perde poder e influência. A mandatária brasileira caiu três posições no ranking das 100 mulheres mais poderosas da revista norte-americana Forbes e agora aparece na 7ª colocação. A metodologia avalia fortuna, aparições na mídia, esfera de influência e impacto, entre outros itens.

No texto referente a Dilma, a publicação lembra que protestos populares pediram sua renúncia no começo deste ano, pouco meses após a reeleição. "Rousseff, que na campanha prometeu aproveitar o petróleo e impulsionar a economia, agora enfrenta um escândalo de corrupção que envolve a estatal Petrobras", aponta a Forbes. A revista diz ainda que sua taxa de aprovação caiu para 13% e que o PIB do País deve encolher este ano.

Em 2014, o Brasil tinha outras duas representantes na lista, que este ano não se classificaram entre as 100 mulheres mais poderosas do mundo: Maria das Graças Foster (na 16ª posição) e Gisele Bündchen (89ª). A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, aparece este ano na 16ª colocação, enquanto a presidente do Chile, Michelle Bachelet, está no 27º lugar.

No topo do ranking a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, se mantém invencível no 1º lugar. Na sequência está a ex-secretária de Estado e presidenciável norte-americana Hillary Clinton. Depois vem a filantropa Melinda Gates; a presidente do Federal Reserve, Janet Yellen; a executiva-chefe da GM, Mary Barra; e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde. Na sequência do top 10, após Dilma, estão a diretora-operacional do Facebook, Sheryl Sandberg; a executiva-chefe do YouTube, Susan Wojcicki; e a primeira-dama dos EUA, Michelle Obama.