Roseli Ferreira Pimentel (PSB), prefeita de Santa Luzia que está presa preventivamente, acusada de ser mandante da morte do jornalista de uma publicação que circula na cidade, e mais dez acusados foram denunciados pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Procuradoria de Justiça Especializada no Combate aos Crimes Praticados por Agentes Políticos Municipais.

O MPMG também encaminhou um parecer se manifestando pelo indeferimento do pedido de prisão domiciliar da prefeita, que foi negado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), na última sexta-feira (29).

Segundo as investigações, o jornalista da publicação O Grito recebeu cinco disparos de arma de fogo porque estaria exigindo dinheiro para não divulgar denúncias contra a prefeita, no período eleitoral de 2016. 

Além da prefeita, foram denunciadas mais 10 pessoas. Destas, quatro também tiveram a prisão preventiva decretada. Três estão presas e uma está foragida. Os suspeitos irão responder por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e com uso de recursos que dificultaram a defesa da vítima.

O MPMG requer, ainda, na denúncia, o cumprimento do mandado de prisão do foragido, e que o Comando da Polícia