A cassação do prefeito de BH, Alexandre Kalil, por supostas irregularidades na eleição municipal de 2016 - à época ele era filiado ao PHS -, foi rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). A ação também mirava o vice-prefeito, Paulo Lamac. 

No total, eram três recursos: duas de investigação judicial eleitoral (AIJE) e uma ação de impugnação de mandato eletivo (AIME). Todas julgadas improcedentes por unanimidade. O resultado foi 7 votos a 0, a favor da chapa Kalil e Lamac. 

Ambos eram acusados de terem utilizado recursos financeiros de origem não identificada na campanha. A conduta configuraria abuso de poder econômico. O TRE reconheceu a origem lícita dos recursos. Já na ação de impugnação, ficou demonstrado que a chapa não praticou abuso do poder econômico.

Responsável pela defesa do prefeito e do vice, o advogado João Batista de Oliveira Filho reforçou que “durante a tramitação do processo foi possível comprovar que as acusações eram infundadas".