O roubo de cerca de 720 quilos de ouro dentro do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, entrou no rol de crimes que o Brasil passou a ver com uma certa frequência: os assaltos milionários. São ações de quadrilhas armadas que, com grande planejamento, conseguem executar roubos antes inimagináveis.

Os métodos variam na história recente do País e mostram bandos cavando túneis, como no famoso ataque ao Banco Central de Fortaleza, ou explodindo paredes e cofres, como os que miram em transportadoras de valores. Dessa vez, no entanto, nenhum tiro foi disparado.

No caso mais recente, a polícia ainda procura os envolvidos e promete dar uma resposta à altura do crime, com a prisão dos criminosos e a recuperação do ouro. A quadrilha roubou na tarde de quinta-feira, 25, uma carga milionária de ouro de dentro do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, onde ocorreria o embarque do material em uma aeronave.

Os ladrões usaram veículos clonados com identificação da Polícia Federal para entrar no local e realizar o roubo, cujo prejuízo foi estimado em R$ 123 milhões. Ninguém ficou ferido na ação.


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