Minas Gerais fechou o mês de agosto com saldo positivo de 4.530 vagas formais. Foram 155.010 admissões e 150.480 desligamentos durante o período, o que representou acréscimo de +0,11% no número de empregos em relação a julho. A informação é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgada pelo Ministério da Saúde na última sexta-feira (21). 

O setor de Serviços teve maior participação no resultado, com a criação de 11.139 novos postos de trabalho. Em seguida aparecem os segmentos de Construção Civil (2.413 vagas) e Indústria de Transformação (1.846 empregos).

Pior que o nacional 

Mesmo com saldo positivo, o emprego formal em Minas não se aproximou do número nacional. Em agosto, o país registrou saldo positivo com a abertura de 110.431 vagas – variação de +0,29%, em relação ao mês anterior. A alta durante o período foi resultado de 1.353.422 admissões e 1.242.991 desligamentos.

O crescimento do emprego formal ocorreu em sete dos oito setores econômicos. O segmento com maior alta foi o de Serviços, com 66.256 postos de trabalho. Comércio, com 17.859 postos, Indústria de Transformação (15.764 postos) e Construção Civil (11.800 postos) foram outros destaques.

Também tiveram alta os setores de Serviços Industriais de Utilidade Pública (Siup), com 1.240 novos postos, Extrativa Mineral (467 postos) e Administração Pública (394 postos). O único setor com variação negativa foi o de Agropecuária (-3.349).

Desempenho regional

O saldo de empregos formais de agosto foi positivo nas cinco regiões do país. O Sudeste teve 41.303 novas vagas (+0,21). Em seguida aparecem o Nordeste, com 36.460 postos (+0,59); o Centro-Oeste, com 13.117 novas vagas (+0,41); Sul, com 10.243 postos (+0,14); e Norte, com 9.308 postos (+0,54%).