Um soldado da Tunísia atirou contra colegas do exército em um quartel militar na capital, Túnis, nesta segunda-feira (25), matando sete pessoas, e, em seguida, ter se matado, disse o porta-voz do Ministério da Defesa, Belhassen Oueslati.

Oueslati disse que 10 pessoas ficaram feridas no tiroteio, uma delas em estado grave.

Ele descreveu o incidente como um "ato isolado, e não um ato terrorista" e disse que o motivo que levou ao ato será investigado. Oueslati disse que a situação estava sob controle no meio da manhã.

Reforços policiais foram enviados para a área após o tiroteio para fazer buscas nas proximidades do local, enquanto um helicóptero circulava pela região. O Ministério da Defesa disse também que uma escola vizinha também foi esvaziada.

Autoridades procuraram acalmar o público da cidade, onde as tensões permanecem altas depois de um ataque contra o Museu Nacional Bardo em 18 de março, que matou 22 pessoas, a maioria turistas estrangeiros. O tiroteio no quartel ocorreu na base de Bouchoucha, cerca de um quilômetro do museu.

Segundo Oueslati, o soldado havia sido proibido de ter porte de arma depois de exibir um "comportamento conturbado devido a problemas familiares".

Fonte: Associated Press.