A Suprema Corte dos EUA manteve nesta segunda-feira (29) o uso da injeção letal como método de execução nos casos de pena de morte. O uso do sedativo midazolam foi amplamente criticado e questionado em diversos casos em que a execução foi longa e dolorosa. A decisão dita como constitucional foi tomada pela primeira vez há sete anos.

Enquanto isso, dois dos juízes disseram, pela primeira vez, que a própria pena de morte é provavelmente inconstitucional.

Dos nove juízes, cinco votaram a favor e quatro contra do uso de injeção letal no estado de Oklahoma. Segundo eles, os condenados à morte não demonstraram um risco substancial de sofrimento.

A droga usada em execuções no Arizona, Ohio e Oklahoma levou mais tempo que o habitual e levantou preocupações de que ela não cumpre a sua missão pretendida de sono profundo.

Em Oklahoma, autoridades do Estado tentaram travar o uso da injeção letal após um detento ter se contorcido na maca e ter gemido. Ele morreu 43 minutos após o início do processo. Fonte: Associated Press.