No final da década de 2000, a General Motors agonizava numa crise global, desencadeada em 2008. Por aqui, a gigante também andava patinando com a falta de produtos modernos e sobrevivia de reestilizações de sua gama envelhecida. O projeto Onix ajudou a marca enxugar sua gama e rapidamente ocupou as vagas de Celta, Corsa, Agile e Astra. Até o Sonic entra na conta. Com o Prisma não foi diferente.

O sedã chegou em 2013 e herdou o nome da versão três volumes do Celta. Ele também ocupou as cadeiras de Classic e Corsa Sedan e até mesmo do Sonic Sedan. O carro caiu nas graças do consumidor. Hoje é o líder entre os sedãs compactos com 27.270 unidades emplacadas desde janeiro e outras 71.735 licenciamentos em 2018, segundo a Fenabrave.

No varejo de usados, o Prisma também tem bom trânsito. Ele figura entre os 20 mais vendidos, com uma média de transações na casa das 12 mil unidades. Vale lembrar que a conta da Fenabrave não diferencia o modelo atual e o de primeira geração.

Atributos
O Prisma é um sedã versátil. Ideal para quem precisa de um compacto de baixo consumo e bom porta-malas. Segundo a Fipe suas avaliações variam entre R$ 33.600 a R$ 58,5 mil, de acordo com o ano de fabricação, versão e motorização. No varejo, o carrinho é valorizado e tem ofertas acima do preço de tabela, partindo de R$ 33.800, podendo chegar a R$ 35 mil.

Uma sugestão para quem não pode pagar por uma configuração mais sofisticada do Prisma, é a versão Joy. Segundo a Fipe, uma unidade 2017 é avaliada em R$ 38,5 mil. Apesar de ser a opção mais simples, seu pacote de conteúdos conta com direção assistida, ar-condicionado e vidros elétricos. 

A versão não conta com o multimídia MyLink, mas geralmente é vendida com um sistema homologado pela GM, que o inclui como acessório. Outro ponto positivo do carrinho é sua caixa manual de seis marchas, que ajuda a tornar o carrinho mais eficiente, na estrada, com média de 10,3 km/l, com álcool.