Pontos cheios, grande número de veículos nas ruas e poucos coletivos ciruculando em Belo Horizonte na manhã desta sexta-feira (3), segundo dia de greve dos motoristas de ônibus após a retomada da paralisação. 

De acordo com a BHTrans, da 0h às 7h, apenas 17,2% das viagens programadas foram realizadas. Até às 5h da manhã, das 478 previsões de saídas, apenas 74 foram feitas, o que representa 15% do total.

A situação é mais complicada na Estação Diamante, que está fechada, sem previsão de abertura, e os usuários estão na parte externa.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH) informou que uma nova audiência de nova conciliação no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) está prevista para esta sexta-feira, às 10h da manhã.

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), declarou, ontem, que "não há mesa, nem diálogo" sobre reajuste de tarifas de ônibus enquanto houver greve.

“A Prefeitura de Belo Horizonte não se assenta nem para discutir aumento para o ano que vem, enquanto tiver greve, não há mesa, nem diálogo. Nem para aumento que está em contrato, nem esse a prefeitura se assenta na mesa. Não tem discussão", disse Kalil.

O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Belo Horizonte e Região (STTRBH),  por sua vez, reitera a greve continua até que o sindicato patronal apresente uma proposta que atenda ao pedido feito pela categoria.

Veja abaixo situação das estações do transporte coletivo, faixa entre 6h e 7h:

Barreiro:1%
Diamante:0%
José Cândido:50%
Pampulha:12%
São Gabriel:26%
São José:21% 
Venda Nova:0%
Vilarinho:19%
Demais Linhas:27%

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