A edição 2020 do Circuito de Arte Urbana (Cura) chegou ao fim neste domingo (4) com a finalização de mais quatro murais gigantes, pintados em edifícios do Centro de Belo Horizonte. Com eles, é possível ver 14 obras de grandes proporções do mirante da rua Sapucaí, no bairro Floresta. Outras quatro foram realizadas no bairro Lagoinha.

Diego Mouro (São Bernardo do Campo/ SP), Lídia Viber (Belo Horizonte/MG), Robinho Santana (Diadema/SP) e Daiara Tukano (São Paulo/SP) foram os artistas responsáveis pelas artes nas empenas dos edifícios Almeida, Cartacho, Itamaraty e Levy respectivamente (veja imagens abaixo).

Além disso, a edição deste ano surpreendeu os belo-horizontinos com uma instalação no viaduto Santa Tereza. As duas criaturas infláveis foram desenvolvidas pelo artista indígena Jaider Esbell. A previsão é que a obra tenha um mês de duração.

Já no edifício da antiga faculdade de Engenharia da UFMG foram instaladas bandeiras produzidas pelos artistas Denilson Baniwa (Bercelos/AM), Randolpho Lamonier (Contagem/MG), Célia Xakriabá (São João das Missões/MG), Ventura Profana (Salvador/BA) e Cólera e Alegria (diversos/Brasil).

Outra novidade desta edição foi a colocação de totens informativos nas ruas do Centro. As estruturas estão posicionadas em seis pontos estratégicos para se observar as obras do festival. Além disso, eles têm um mapa com a localização dos murais de todas as edições e um aplicador de álcool em gel.