Jaguar, Audi, Mercedes: 14 veículos apreendidos no tráfico de drogas vão a leilão em Minas; confira

Lucas Sanches
@sanches_07
13/10/2021 às 18:20.
Atualizado em 05/12/2021 às 06:03
 (Divulgação/Sejusp)

(Divulgação/Sejusp)

Catorze veículos apreendidos em operações de combate ao tráfico de drogas e "outros crimes relacionados" estão sendo leiloados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp). Esse é o oitavo leilão em 2021, e será encerrado na próxima quarta-feira (20).

De acordo com a Sejusp, estão disponíveis carros, motos, vans e uma carreta. Dentre os destaques, estão um Jaguar XE R-Sport com lance mínimo de R$ 85 mil e um Audi R8, que será arrematado por ao menos R$ 274 mil. Os lances podem ser feitos neste link, por meio do qual os interessados também têm informações e fotos de todos os veículos. Também é possível conhecer os itens pessoalmente - a visitação será nos dias 18 e 19, conforme agendamento prévio. O contato está disponível no edital do leilão.

Para a subsecretária de Prevenção à Criminalidade da Sejusp, Andreza Meneghin, esse leilão deve gerar grande arrecadação para a União, tendo em vista o valor dos itens e o estado de conservação. "Este é um leilão especial porque tem veículos, motos, carretas com um custo mais elevado e que foram apreendidos há muito pouco tempo, o que favorece com que estes veículos estejam em um ótimo estado e com um custo agregado mais alto”, afirma.

Os itens considerados recuperáveis podem voltar à circulação e têm direito à documentação. Os arrematantes ficam isentos de multas, encargos e tributos anteriores à compra. Já os bens alienados, como sucatas irrecuperáveis, só podem ser adquiridos por empresas de desmonte ou reciclagem, devidamente credenciadas em órgãos de trânsito.

Recursos

A ação é parte do projeto “Esforço Concentrado para a Redução dos Bens Aguardando Destinação” do Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com o Governo de Minas, por meio da Sejusp. "Os recursos arrecadados, quando voltam para o Estado, são aplicados em ações de redução da oferta e da demanda de substâncias ilícitas, além de campanhas, estudos e capacitações relacionadas à temática das drogas", afirmou o ógão.

O dinheiro também é destinado à gestão do Fundo Nacional Antidrogas (Funad) e das despesas ligadas à Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas.

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