MPF pede explicação ao Colégio Militar de BH sobre volta às aulas na segunda

Rosiane Cunha
rmcunha@hojeemdia.com.br
18/09/2020 às 19:06.
Atualizado em 27/10/2021 às 04:34
 (Google Street View)

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O Ministério Público Federal (MPF) deu um prazo de 24 horas para que o diretor de ensino do Colégio Militar de Belo Horizonte preste esclarecimentos sobre a decisão de voltar com as aulas presenciais na instituição na próxima segunda-feira (21).

No documento, o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Helder Magno da Silva, solicitou a apresentação de estudos técnicos e os protocolos de segurança sanitária que sustentam o retorno às atividades educacionais presenciais na unidade, que tem 620 alunos, além das medidas sanitárias restritivas vigentes em Minas e na https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/transmiss%C3%A3o-do-novo-coronav%C3%ADrus-tem-crescimento-constante-ao-longo-da-semana-em-bh-1.804430.

Segundo o comunicado do próprio colégio "esse retorno seria de caráter obrigatório, excluindo apenas os alunos pertencentes ao grupo de risco, que apresentem a devida comprovação médica".

O pedido foi feito no âmbito do inquérito civil público instaurado para apurar e acompanhar ações e medidas adotadas pelo Poder Público no enfrentamento da pandemia da Covid-19 em Minas Gerais.

De acordo com a instituição, que é coordenada pelo Exército, o retorno será escalonado. Ainda segundo o documento, todos os alunos deverão usar máscaras, não poderão ter contatos físicos e deverão obedecer normas de higiene, como o uso de álcool em gel, por exemplo.

A reportagem entrou em contato com a direção do Colégio Militar e aguarda uma posição da instituição sobre as solicitações do Ministério Público.

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