O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) converteu para preventiva a prisão em flagrante da mulher de 27 anos, suspeita de matar a síndica Ludmilla Rivas da Silva, 37 anos, na última segunda-feira (25), no bairro Parque São José, região Oeste de Belo Horizonte. A síndica foi morta pela vizinha com um golpe de faca no pescoço. A vítima foi enterrada nesta quarta-feira (27), em Mimoso do Sul (ES).

A prisão foi convertida nesta quarta-feira (27), durante audiência de custódia. Segundo informações da Vara Criminal, a suspeita ficará presa durante a conclusão do inquérito policial e os trâmites de todo o processo judicial sobre o homicídio.

A Justiça acatou o pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que pediu a conversão da pena. A defesa chegou a pedir liberdade provisória, sem pagamento de fiança, uma vez que a suspeita tem residência fixa e seria réu primária, mas o pedido foi negado.

Em depoimento prestado na Polícia Civil, a vizinha confessou o crime e relatou que a briga havia começado por motivos banais, como armazenamento de lixo e o choro constante do seu filho.

Uma fonte da Polícia Civil relatou à reportagem do Hoje em Dia que, durante o depoimento, a suspeita chegou a confirmar que as brigas entre elas eram constantes e que minutos antes do crime ela teria chegado a discutir com o filho da vítima.

Quando a síndica foi até o apartamento dela, as duas voltaram a discutir e uma teria agredido a outra, momento em que a moradora teria pegado a faca e acertado o pescoço da vítima.

A Polícia Civil informou que o caso segue em investigação e o prazo para a conclusão do inquérito é de 30 dias. Enquanto isso, a suspeita do homicídio permanecerá presa na Penitenciária Feminina Estevão Pinto.

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