A Prefeitura de Belo Horizonte tem 30 dias para apresentar um plano de ação para obras de desassoreamento e recuperação da Lagoa da Pampulha, com previsão de término em 2022. O pedido foi feito pelo Ministério Público de Contas de Minas Gerais, Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal na quarta-feira (28).

O documento recomenda diversas ações que devem ser feitas pela empresa contratada para desassorear enseadas, restaurar a orla e o espelho d’água de todo o Conjunto Arquitetônico da Pampulha. Conforme o texto, o executivo municipal deve informar, em relatórios semanais, o cumprimento de todos os itens solicitados.

A PBH informou, por meio de nota, que irá responder aos órgãos dentro do prazo estabelecido.

Patrimônio

O complexo da Pampulha é tombado pelos governos municipal, estadual e federal e, em 2016, foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como Patrimônio Mundial da Humanidade.

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