Para compreender a vivência das pessoas com deficiência em Belo Horizonte, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) busca voluntários para responder a várias questões sobre o assunto. O resultado é o desenvolvimento de uma pesquisa inédita para compreender o desempenho ocupacional destas pessoas. 

O trabalho é realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina e da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da UFMG, assim como da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg). 

As entrevistas começam neste mês e o objetivo é convidar, inicialmente, 1.500 pessoas até chegar a um grupo definitivo de 500 participantes para responder aos questionários. Os interessados em fazer parte do estudo devem se cadastrar por meio do WhatsApp (31) 99514-0567. 

Serão avaliadas três áreas ocupacionais: autocuidado, lazer e trabalho. Por meio das entrevistas, serão analisadas suas condições socioeconômicas, os locais onde vivem, a vida em família e em comunidade e suas práticas de lazer. Também será verificado se elas têm as mesmas oportunidades de satisfação social que pessoas sem deficiência.

O estudo tem o objetivo de compreender os fatores que influenciam a participação e a restrição nas atividades cotidianas das pessoas com deficiência visual, auditiva e motora, totais e parciais. O levantamento de dados deverá ser concluído até meados de agosto. 

A coleta de dados está sendo bancada pelos próprios pesquisadores, incluindo o transporte dos entrevistadores. Por isso, o grupo também busca apoio financeiro ou qualquer outro tipo de recurso. A BH-Trans apoia o trabalho, enviando cartas aos possíveis participantes e cedendo sua base de dados.

*Fonte: UFMG. 

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