'É uma obra perene e eterna', afirma Kalil sobre combate às chuvas em BH

Lucas Sanches
@sanches_07
30/12/2021 às 13:20.
Atualizado em 04/01/2022 às 00:16
 (Lucas Prates/ Hoje em Dia)

(Lucas Prates/ Hoje em Dia)

As obras de combate às chuvas que vêm sendo realizadas em Belo Horizonte ainda não são suficientes para atender toda a demanda da cidade. A avaliação é do prefeito da capital, Alexandre Kalil (PSD), que acredita que isso precisa ser um trabalho de infraestrutura frequente, como acontece em casos de recapeamento de vias, por exemplo.

Em entrevista à TV Globo no início da tarde desta quinta-feira (30), o chefe do Executivo municipal explicou o andamento das medidas de contenção em BH e cobrou a manutenção das obras para além dos quatro anos de gestão.

"Prometi que faria as obras no meu mandato, e foi feito investimento de quase R$ 1 bilhão só em obras de contenção das chuvas", afirmou Kalil. Ele citou ações já concluídas ou em andamento em pontos como o córrego da Lareira, avenida Vilarinho e o ribeirão Arrudas, mas não acredita que isso seja suficiente.

"Se o prefeito fizer tudo que prometeu, nem assim vai adiantar. As obras de contenção são perenes e eternas. O que nós estamos evitando é o impacto ambiental, mas o que veio de chuva estragou tudo, e é um processo muito longo".

Na opinião do prefeito, isso deve ser um trabalho contínuo. "É igual poda de árvore e recapeamento: é ad aeternum. E nós vamos ter que cuidar durante todos os governos e em todas as esferas", explicou.

"O que resolve é obra nova todo ano, parar da lacrar rio, fazer canteiros de chuva e caixas de retenção de água. Precisamos projetar o futuro da cidade, e o próximo prefeito tem sempre que fazer mais. É preciso sempre enfrentar o problema", finalizou Kalil.

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