O passaporte da vacina, iniciativa já utilizada por Betim, na região metropolitana, não será exigido pela Prefeitura de Belo Horizonte, informou o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto. 

Na cidade da Grande BH, a medida é facultativa e foi estabelecida para aumentar a segurança nos ambientes coletivos e minimizar os casos da Covid-19. Os estabelecimentos que aderem à proposta só recebem pessoas que comprovem a imunidade, ao menos com a primeira dose. 

No entanto, a PBH não tem a intenção de seguir a mesma linha, que também é adotada em outras capitais, como Rio de Janeiro e São Paulo, pois entende que não podem obrigar ninguém a se vacinar.

“A vacina não é obrigatória. As pessoas tomam se sentirem necessidade de tomar, embora nós saibamos que a vacinação é um ato coletivo, ela traz proteção para a comunidade. A gente pede às pessoas que vacinem, mas não restringiremos o acesso a nenhuma atividade na cidade pela falta da vacina”, afirmou o titular da pasta.

A declaração foi dada em entrevista coletiva nessa quinta-feira (23), após reunião do prefeito Alexandre Kalil com o presidente do Tribunal de Justiça e Minas Gerais (TJMG), Gilson Lemes, que acertaram o repasse de R$ 76 milhões à Santa Casa de BH para manter em atividade os leitos abertos durante a pandemia

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