Levantamento da PBH aponta que residências respondem por 81% dos focos de Aedes Aegypti em BH

Clara Mariz
@clara_mariz
23/11/2021 às 17:11.
Atualizado em 05/12/2021 às 06:18
 (SES/Divulgação)

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O Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa) realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) em outubro deste ano mostra que 81% dos focos do mosquito causador da dengue, zika e chikungunya estão em ambiente domiciliar. Além disso, o balanço revela que 1,9% dos imóveis pesquisados estavam com a presença de larvas do inseto, ou seja, em cada 100 casas visitadas, em quase duas foram encontrados focos.

De acordo com a padronização do Ministério da Saúde, o indicador de infestação larvária de BH é considerado de médio risco. O índice recomendado é de até 1%.

O balanço informa ainda que em todas as regionais foram detectados percentuais de concentração de larvas do Aedes. As regiões Leste, Noroeste, Pampulha e Venda Nova tiveram os maiores índices de infestação. Confira o LIRAa de cada regional no final da matéria.

A pesquisa indica, também, quais os principais criadouros encontrados. Pratinhos de plantas representam 22,7% dos focos de larvas; recipientes domésticos são 9,9%; barris e tambores, 8,7%; pneus correspondem a 8,6%; e caixas d'água a 5,7%.

A PBH afirma que o resultado do levantamento permite dar um maior direcionamento às ações de combate à dengue, zika e chikungunya. “Os trabalhos são realizados em todo o município. Com o LIRAa vamos intensificar uma determinada ação em pontos de atenção, por exemplo, onde o criadouro predominante foi observado, vamos ampliar os mutirões de limpeza. Com relação aos pratos de plantas, os Agentes de Combate a Endemias, que já repassam essa orientação, darão mais ênfase durante as vistorias nos imóveis”, explica o subsecretário de Promoção e Vigilância em Saúde, Fabiano Pimenta.

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