“Não julguem. As cervejarias artesanais de Minas passam por processos que são todos bem auditados e monitorados”. O apelo é da diretora de marketing da Backer, Paula Lebbos, que nesta terça-feira (14) pediu para que a suspeita de intoxicação envolvendo a marca não afete o mercado cervejeiro do Estado. 

Paula destacou que a Backer está colaborando com as autoridades para que seja esclarecido como a substância dietilenoglicol (DEG) foi parar no tanque e em garrafas da Belorizontina. "Nunca utilizamos o produto em nossos processos de produção", reafirmou.

A toxina também foi encontrada no sangue de alguns pacientes internados com a síndrome nefroneural. "Sei que existem pessoas doentes, estou sem dormir por isso. (...) Mas não deixem perder a história linda das cervejas artesanais", declarou a diretora.

Nesta terça, pela primeira vez, a Backer reconheceu que o consumo da cerveja sob investigação pode trazer riscos às pessoas e, por isso, recomendou: “não beba Belorizontina”.

Assista abaixo o pronunciamento:

 

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