Para reduzir contágio, Zema anuncia pacote de medidas contra pandemia do Covid-19

Da Redação
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19/03/2020 às 20:10.
Atualizado em 27/10/2021 às 03:01
 (Rede Social/Reprodução)

(Rede Social/Reprodução)

Após o número de casos suspeitos de coronavírus em Minas Gerais quase triplicar em um dia, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (19), pela Secretaria de Estado da Saúde, o governador Romeu Zema (Novo) anunciou uma série de medidas para reduzir evitar a disseminação do coronavírus no estado. Entre as ações está a restrição de circulação de pessoas, funcionamento de comércios, serviços e transporte público. 

Pela deliberação assinada nesta quinta, o transporte coletivo entre os municípios deve ser feito sem exceder a metade da capacidade de passageiros sentados. Parao transporte coletivo urbano e rural, fica proibido exceder a capacidade de passageiros sentados.

O pacote de medidas traz ainda determinações para as cidades, como Belo Horizonte, que já apresentam contaminação comunitária, que é quando não se sabe de quem o paciente contraiu a doença. “Temos tomado decisões rápidas, nos reunido diariamente, por meio virtual, para minimizar o pico da Covid-19 em Minas Gerais”, afirmou Zema.

Como o Estado não possui competência https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/coronav%C3%ADrus-leva-sindicato-a-determinar-fechamento-de-32-mil-lojas-da-capital-e-grande-bh-at%C3%A9-17-04-1.779063, o governador determinou que as prefeituras atuem nesse sentido, resguardando serviços essenciais como farmácias e supermercados, e atuem parab garantir o fechamento de estabelecimentos como academias, shoppings, bares e restaurantes.

A orientação também é para que os órgãos de defesa do consumidor fiscalizem práticas proibidas como preços abusivos em decorrência da situação de excepcionalidade. https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/supermercados-de-minas-t%C3%AAm-hor%C3%A1rio-para-idoso-e-limpeza-refor%C3%A7ada-1.779062 específico para atender aqueles que possuem mais de 60 anos.

Para evitar desabastecimento, os comerciantes e fornecedores deverão estabelecer limites para a compra de bens essenciais à saúde, higiene e à alimentação. Na outra ponta, as indústrias e o comércio devem estabelecer escalas e revezamento de turnos, de forma a reduzir a aglomeração de funcionários.

Também caberá aos municípios determinar a higienização minuciosa dos veículos de transporte coletivo e de aplicativos, É recomendado também que os carros circulem com janelas abertas.

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Servidores

Secretarias e empresas públicas devem limitar o atendimento presencial ao público, que deve ser limitado aos serviços essenciais. A partir da próxima segunda-feira (23), quem trabalha na Cidade Administrativa, sede do Governo, entra no regime do teletrabalho.

Já as empresas terceirizadas deverão apresentar ao Estado um estudo sobre o número de funcionários que se enquadram no grupo de risco e quais serão as medidas adotadas para preservá-los.

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