A defesa do promotor de Belo Horizonte acusado de matar a mulher, de 41 anos, no início do mês passado, entrou com um pedido na Justiça para transformar a prisão preventiva em prisão domiciliar. A informação foi repassada pelo advogado Robson Lucas na manhã desta quarta-feira (12).

Uma sessão de julgamento está marcada para a tarde desta quarta-feira, quando o pedido deve ser analisado. Desde 4 de abril, o promotor está preso em uma unidade do Corpo de Bombeiros da capital mineira. No último dia 3 de maio, ele teve a prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) após ser denunciado pelo homicídio da esposa de 41 anos.

“Pedi que, caso a Justiça entenda que a prisão preventiva deve ser mantida, que fosse deferida a prisão domiciliar. Ele tem filhos menores e, apesar de existir uma guarda de um casal, ela é provisória. Filhos menores de 12 anos devem ficar na companhia do pai. Fiz este apelo ao tribunal”, disse o advogado de defesa.

No dia 3 de abril, a mulher foi encontrada morta no apartamento do casal, no bairro Buritis, na região Oeste de Belo Horizonte. Na ocasião do crime, o médico que emitiu um relatório sobre o óbito teria declarado a causa primária da morte como pneumonite, uma inflamação nos pulmões que pode ser causada por diversos fatores ou mesmo que ela poderia ter morrido por intoxicação.

Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre as causas, porém, apontou lesões provocadas por asfixia e intoxicação.

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